Os dados foram divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) nesta terça-feira (30).
A pesquisa, realizada pelo Inep em parceria com o Instituto Alana e a Unesco no Brasil, mostra que o cenário mudou completamente. Antes da legislação, cerca de 13% das escolas permitiam o uso irrestrito dos aparelhos. Agora, esse percentual praticamente deixou de existir.
Segundo a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, a rápida adesão demonstra que a medida atendia a uma demanda de educadores, famílias e gestores, preocupados com os impactos do uso excessivo dos celulares no aprendizado e na convivência escolar.
O levantamento também destaca que apenas 8% das escolas ainda não implementaram a norma, um número considerado baixo diante das mais de 140 mil instituições públicas de ensino do país.
Pela legislação, os celulares só podem ser utilizados em atividades pedagógicas orientadas pelos professores ou em situações específicas previstas pelas regras de cada escola.


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